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Harmonia é pilar da organização da Vitória Régia para o Carnaval 2026




A preparação da escola de samba Vitória Régia para o Carnaval 2026 tem na equipe de harmonia um de seus principais alicerces. Responsável por coordenar alas, orientar componentes e garantir a evolução do desfile, o setor vem desempenhando papel decisivo na construção do espetáculo que a agremiação levará à avenida.

A atuação da harmonia envolve controle de tempo, organização de filas, alinhamento entre alas e manutenção do canto do samba-enredo, critérios fundamentais na avaliação dos jurados. O trabalho começa nos ensaios técnicos e segue até o momento do desfile oficial.

Equipe de harmonia em pontos estratégicos




Distribuídos ao longo dos carros alegóricos, os harmonias acompanham o desfile do início ao fim, assegurando fluidez e organização.

Comissão de Frente
Gilmar ambrósio

Cronômetro
Luizinho Coelho

Carro Abre-Alas
Nem, Sérgio Guimarães e Rodrigo Azevedo

2º Carro Alegórico
Gleison, Naldo Lopes e Ricardo Feitosa Costa

3º Carro Alegórico
Eduardo Silva, João José e Dudu Mendonça

4º Carro Alegórico
Lekão e Manoel Brasil

Equipe de Armação
Rebelo
Jacqueline Almeida 
Maria Clara 
Thacyo Menezes 
Ariel Raposo 
Andreia Leite
Arleson sucsu
Sonia rocha
Ulisses rocha 
Anderson borges

Equipe de montagem de destaques
Alex Barile
Janderson Queiroz
Pig
Alex Jorge
Djé

Segundo integrantes da escola, a presença desses profissionais ao longo do desfile permite correções imediatas e garante melhor evolução das alas.

Alas do desfile 2026



A harmonia acompanha e organiza todas as alas da escola:

1ª Ala – Baianas
Katiane Santos Klarck, Auzemara, Rosalva, Elinaldo de Castro, Lucimar Torres, Antonio Jr, Rafael Pereira

2ª Ala – Rio Amazonas
Andreza França, Marilia Machado

3ª Ala – Floresta Viva
Mabriny Fontinelle, Dulce Negreiros Leão

4ª Ala – Encantados
Katterine Suano, Ana Cristina

5ª Ala – Bateria
Anderson Borges, Wallace Cavalcante

6ª Ala – Areté (coreografada)
Bella Uchoa, Geovana Karolayne

7ª Ala – Compositores
Andreia Amancio, Iara Castro da Silva

8ª Ala – Parintintim (coreografada)
Thayza Menezes, Juliana Barbosa

9ª Ala – O Vendedor de Doces
Luciana Dias, Vania Nascimento, Elly Coimbra

10ª Ala – Brinquedos da Ilha
Ramona Pinho, Ariovan Silva

11ª Ala – Bate-bola no Campinho
Amalia Mesquita, Glider Rocha, Sheila Santos

12ª Ala – O Menino Sonha
Rosinete (Nete), Luciana Rebelo (Lully)

13ª Ala – Fé Cabocla
José Anísio, Pedro Furtado

14ª Ala – Pastorinhas
Layanny (Anny), Rosangela Monteiro

15ª Ala – Festejos Juninos
Socorro Lima, Estefany Lírio

16ª Ala – Iguarias da Ilha: Tacacá
Leonor dos Santos Lins, Celio Oliveira

17ª Ala – O Canudo
Rosymar Silva Pinto, Diogo Lopes

18ª Ala – Berço do Samba
Maria do Carmo, Romário

19ª Ala – Velha Guarda
Geraldo Reis, Ana Cláudia

20ª Ala – Show e Pandeiros
Elisangela (Dinha), Johnny Thomé, Ulysses Rocha

21ª Ala – O Jubileu de Ouro
Lenora Rocha, Denora Rocha

22ª Ala – Amigos da Vitória-Régia
Andreia Leite, Ludson Silva, Thacyo


Direção de harmonia



À frente do setor está Thiago Souza, Diretor Geral de Harmonia, responsável pela coordenação da equipe e pelo alinhamento técnico do desfile. Sua atuação direta nos ensaios e na organização das alas tem sido apontada por integrantes como fundamental para o entrosamento da escola.

Bastidores que constroem o espetáculo



Embora o público veja apenas o resultado na avenida, o desempenho de uma escola de samba começa a ser construído nos bastidores. Na Vitória Régia, o trabalho da harmonia demonstra que organização, disciplina e união são fatores essenciais para um desfile competitivo.



Com o Carnaval se aproximando, a escola aposta na integração entre seus segmentos para levar à avenida um espetáculo marcado pela evolução e pelo entrosamento.

Com os preparativos concluídos, a Vitória Régia chega à avenida levando como fio condutor a homenagem a Bi Garcia, figura ligada à cultura popular e às tradições amazônicas. O samba-enredo “O Filho da Ilha que Encanta o Amazonas” será a trilha dessa narrativa, conduzindo o público por referências ribeirinhas, folclóricas e pela força dos bois-bumbás que marcam a identidade regional.

Mais do que disputar notas, a escola propõe um desfile que celebra história, pertencimento e memória cultural. A expectativa é de que cada verso cantado na avenida traduza o orgulho de uma comunidade que vê sua própria trajetória refletida no enredo de 2026.


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