Harmonia é pilar da organização da Vitória Régia para o Carnaval 2026
A preparação da escola de samba Vitória Régia para o Carnaval 2026 tem na equipe de harmonia um de seus principais alicerces. Responsável por coordenar alas, orientar componentes e garantir a evolução do desfile, o setor vem desempenhando papel decisivo na construção do espetáculo que a agremiação levará à avenida.
A atuação da harmonia envolve controle de tempo, organização de filas, alinhamento entre alas e manutenção do canto do samba-enredo, critérios fundamentais na avaliação dos jurados. O trabalho começa nos ensaios técnicos e segue até o momento do desfile oficial.
Equipe de harmonia em pontos estratégicos
Distribuídos ao longo dos carros alegóricos, os harmonias acompanham o desfile do início ao fim, assegurando fluidez e organização.
Segundo integrantes da escola, a presença desses profissionais ao longo do desfile permite correções imediatas e garante melhor evolução das alas.
Alas do desfile 2026
A harmonia acompanha e organiza todas as alas da escola:
Direção de harmonia
À frente do setor está Thiago Souza, Diretor Geral de Harmonia, responsável pela coordenação da equipe e pelo alinhamento técnico do desfile. Sua atuação direta nos ensaios e na organização das alas tem sido apontada por integrantes como fundamental para o entrosamento da escola.
Bastidores que constroem o espetáculo
Embora o público veja apenas o resultado na avenida, o desempenho de uma escola de samba começa a ser construído nos bastidores. Na Vitória Régia, o trabalho da harmonia demonstra que organização, disciplina e união são fatores essenciais para um desfile competitivo.
Com o Carnaval se aproximando, a escola aposta na integração entre seus segmentos para levar à avenida um espetáculo marcado pela evolução e pelo entrosamento.
Com os preparativos concluídos, a Vitória Régia chega à avenida levando como fio condutor a homenagem a Bi Garcia, figura ligada à cultura popular e às tradições amazônicas. O samba-enredo “O Filho da Ilha que Encanta o Amazonas” será a trilha dessa narrativa, conduzindo o público por referências ribeirinhas, folclóricas e pela força dos bois-bumbás que marcam a identidade regional.
Mais do que disputar notas, a escola propõe um desfile que celebra história, pertencimento e memória cultural. A expectativa é de que cada verso cantado na avenida traduza o orgulho de uma comunidade que vê sua própria trajetória refletida no enredo de 2026.





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